sistema. Essa daqui é a versão final do software? Não, não é a versão final do software, mas ela está muito próxima de ser. Agora é correção de erros. Começando aqui já pela tela inicial, reparem que eu já tenho uma nova identidade visual, tá vendo? Olha o nosso Fabrico, né? Olha a nossa identidade visual nova. Então, nós estamos com uma nova identidade visual, inclusive para Prestes 3. Amanhã eu vou sair para fazer as nossas camisetas. Vou repetir os nomes da última conafor e vai ser camiseta, não será camiseta de cola, tá? Mari, Nayane, sei lá, quem quiser aí a luz e o clima lá, para ver se eu vou ter que fazer luz ou não, tá bom? Por favor. Na semana que vem. E vou fazer pouco, tá? Porque é lançamento, a camiseta de lançamento dura pouco. Então, eu faço o acesso aqui, certo? E aqui eu tenho uma nova interface. Só para vocês conhecerem essa nova interface, primeiro lugar, eu tenho idiomas aqui. Por quê que eu tenho idiomas? Porque se a gente continuar vendendo só para o Brasil, a gente vai passar fome. Temos que vender para fora. Então, a ferramenta está preparada para vender em inglês e para vender em espanhol, certo? Vamos lá. Eu tenho aqui dois modos de visualização dessa interface. O modo avançado, eu tenho aqui o monitoramento da máquina, tá vendo? Um monitoramento da máquina e um padrão, tá? Que aí eu já não tenho alguns recursos, ó. Tá aqui, ó. Eu vou abrir a ferramenta de novo. Quando vocês abrem o Cloud PhotoRF, o PhotoRF 360, ele abre aqui, ó. Ah, Vinícius, mas ele não abriu agora. Por que que ele não abriu? Porque eu não comecei uma execução. Pessoal, o que é o PhotoRF 360? O PhotoRF 360 é assim, ó. Eu peguei o meu mecanismo de reconhecimento facial e criei um software para esse mecanismo de reconhecimento facial. Todos os nossos softwares, Cloud PhotoRF, olha para ele. ePhotoRF, olha para ele. Checkout PhotoRF, olha para ele. Fast Album, olha para ele. Eu centralizei toda a informação num único software. Para quê? Para eu ter uniformidade no reconhecimento e para que a gente possa vender a nossa ferramenta até mesmo para outros concorrentes. Se outros concorrentes adquirirem o PhotoRF 360, eles podem criar interfaces e fazer o próprio software de separação. Ah, Vinícius, Oi? Por API? Exatamente, para rodar local e futuramente na nuvem. Ah, Vinícius, por que o concorrente compraria o nosso software? Quem arriscaria qualquer resposta aí? Para copiar, obviamente. Ver como é que funciona e criar a partir do nosso. Não, não é uma copia que está contratando a gente. Não, eu acho que o concorrente, você fala? Tipo assim, o cara que já tem o conhecimento. Por que a Pixel compraria o nosso software? Para ver como a gente funciona também, atendimento. Não, ele está contratando a gente. Não, ele está contratando a gente. Mas ele pode contratar para conhecer como é que a gente trabalha. Não é um cliente oculto, não é a Mari. Eu olho sabe aquele filme, o Pânico? Eu vejo a Mari com a foice na mão assim. Não, Mari, calma. A gente pode fornecer para o nosso concorrente. A gente pode ser uma ferramenta white label. O que você tem que saber é por que você vai vender para o nosso concorrente. Por que você venderia para o nosso concorrente? Se ele quiser copiar, ele cria um CPF qualquer, entra na plataforma, marca uma reunião sem mostrar a cara, compra de você. Você nem sabe que ele é nosso concorrente. Por que a gente quer vender para o nosso concorrente? Porque ele não tem um hobby de ferramentas disponível e também o software dele pode ser pior. Porque a nossa separação é foda. Entendeu? É isso que você tem que falar. Você tem que se impor. A nossa separação é foda, mas o mercado tem. E o cara pode usar a nossa ferramenta. Hoje nós temos, por exemplo, a AG Sistemas querendo usar a nossa ferramenta. E já faz tempo, né? E já faz tempo. Nós temos, por exemplo, o cara nunca falou abertamente, mas já vieram me contar que o Hélio da SGE já cogitou de vir fazer parceria com a gente. E assim, as ferramentas que tem hoje, vamos supor, o cara, no caso, só para as pessoas entenderem, é que assim, quando compra um white label, você coloca a sua marca. Então, a SGE colocaria lá a marca dela. A SGE usaria o software nosso. Estaria usando a nossa software, mas é por trás só, entendeu? E lá ele. Aqui ó, mil vezes ele atua isso. Agora, com a explicação do Ren em relação a isso, então fez sentido. Porque a hora que o Ren perguntou o que eu iria falar. Porque a nossa já está pronta e facilitaria para ele. Exatamente. Gente, é o seguinte, ó. Vocês têm que tratar a nossa ferramenta como se vocês fossem uma mãe e um pai. Babão. Às vezes o filho, cara, é limitado, mano. Às vezes o filho é limitado. Mas para o pai e para a mãe, ele é o melhor do mundo, velho. Ele é o mais inteligente, ele é o mais esperto, ele é o que cresceu mais. É assim que você tem que tratar a ferramenta. Para fazer a venda, é desse jeito. Alguns vão abraçar, outros não. Mas se você não tratar a ferramenta desse jeito, você não convence ninguém, entendeu? Inclusive, gente, essa interface aqui, ó. Essa interface aqui, ela pode ser white label, ou seja, aqui eu posso colocar qualquer logo que eu quiser nela. Qualquer cor primária que eu quiser. E posso fazer ela com tema claro e com tema escuro. Beleza? Tem vários CRMs no mercado, que até inclusive os melhores são fora do Brasil, que tem aquele que a gente que eu te mostrei mesmo, os caras vendem no mundo inteiro, aquele white label lá. Eles vendem pra caramba. Então é isso, gente. Você pode vender para o concorrente aqui do Brasil, mas não só aqui no Brasil, você pode vender fora. Posso vender fora. Posso vender, por exemplo, para um fotógrafo de renome que quer usar a ferramenta com o nome dele, com a assinatura dele e tudo mais. Por isso que ele compraria da gente. Não porque ele é curioso, quer fazer picuinha, né, Mari? Então vamos lá. Entra, tá? E aqui, ó, mesma interface, tema claro, tema escuro. E aqui...