# AULA 12 # Fonte: 1787685937858976.vtt De volta com vocês no módulo radiestesia aplicada a mesas radiônicas. Como trabalhar com uma mesa, um dispositivo chamado mesa, para isso eu preciso de radiestesia. Já te dei várias aulas, na última eu te dei a parte teórica de como achar o ponto onde se segura um pêndulo para ele funcionar descobrindo coisas. O nome disso é ponto zero. E agora nós já vamos direto para a nossa aula prática, onde eu lhe mostrarei como de fato se faz isso. Então, aqui com vocês, eu montei para vocês uma mesa com os aparatos necessários para que isso aconteça. E vou focar bastante para vocês terem uma boa imagem nos instrumentos, não tanto em mim, mas eu volto com vocês sempre aqui. Então, prestem atenção aqui na mesa. Vocês têm a pirâmide, vocês estão vendo aqui uma pirâmide, um pêndulo que está aqui na minha mão. O meu é metálico, tem um formato, mas pode ser um pêndulo chamado de cristal, cristal de quartzo, como eu já mostrei para vocês essas figuras. E uma bússola comum, onde vocês conseguem ter a visão de comum em termos. É uma bússola flutuante, que não trava, tem um lado retinho, já expliquei isso na outra parte. O que nós precisamos? Pegar a pirâmide e girá -la até que um dos lados esteja virado para o norte. Isso, pessoal, tem um propósito. A pirâmide é considerada o centro do planeta. Se você for lá no Egito, onde está a pirâmide, passar uma corda de um lado, dar a volta no planeta Terra inteirinho até chegar na pirâmide de novo, essa corda terá passado pelas maiores porções de terra de um planeta que é chamado Terra, mas tem 75 % de água. Por isso, considera -se que a pirâmide está no centro do planeta Terra. Como é que eles fizeram isso milhões, milhares de anos atrás, melhor dizendo? Bem, não é isso que eu quero dizer agora. O que eu quero dizer é que a pirâmide tem propriedades específicas e muitas ainda desconhecidas que fazem com que a radiestesia tenha muito utilizado para diversas situações. Uma delas é achar o ponto zero. É no centro do mundo que eu vou achar o melhor lugar para me conectar com energias em meu pêndulo. Então, a tua pirâmide está, de qualquer maneira, voltada para qualquer lado. Agora, preste atenção. Eu quero conversar com vocês da seguinte maneira aqui. Eu estou na minha sala com uma bússola na mão. Vou largar meu pêndulo. A bússola tem uma propriedade. Qual é? Vocês conhecem? Claro que conhecem. Ela marca, ela acha onde está o norte. Como? Com uma agulhinha que tem aqui dentro. Essa agulha sempre aponta para o norte. Agora, se eu virar bastante assim a bússola, se eu me movimentar na sala para qualquer lado, se eu vier para cá, se eu for para lá, a agulha mexe um pouquinho e para. Quando ela parar, ela está virada para onde? Quem respondeu norte, acertou. Eu quero mudar de lugar agora. Eu quero vir para cá. Olha, vou mexer a bússola, vou virar de ponta cabeça. Está mexendo, está mexendo, parou de novo. Quando ela parou, ela está virada para onde? Quem respondeu norte, acertou. Aqui ela vai parar no norte, aqui ela vai parar no norte. Então, eu brinco um pouquinho, dizer o seguinte, que a grande vantagem, quando eu dou esse curso, é que eu sei que o norte está sempre no norte. E é uma grande vantagem, porque eu tenho aqui na mão um instrumento que me aponta o norte e eu preciso dele, norte magnético. Se eu largar a minha bússola em cima desta mesa, larguei, vocês estão vendo em detalhe a bússola agora. Vou até colocá -la em uma outra posição para vocês olharem melhor. Larguei a bússola na mesa, eu fico esperando um pouquinho, aqui dentro tem uma agulha, vou representar a agulha por um... Pronto, vou pegar aqui uma coisa bem fácil de ver, uma caneta vermelha, faz de conta que é a agulha que está aqui dentro mexendo de um lado para o outro. Vamos fazer de conta que a agulha parou nesta posição. Estou simulando isso. Se ela parou nessa posição, eu sei que esta ponta aqui, que é a ponta diferente, está apontando para o norte. Então, olha o que temos aqui, a agulha virada para o norte, mas o corpo da minha bússola está de qualquer jeito, o jeito que eu coloquei na mesa. Eu não mexo na agulha, claro, ela está dentro de um vidro, mas se eu começar a mexer o corpo da minha bússola, porque esse eu tenho acesso bem devagarzinho, a agulha, pessoal, não mexe, a agulha fica parada. Se eu deixar o corpo da minha bússola, essa parte reta, paralela com a agulha, agora eu posso garantir a todos vocês que a minha agulha aponta para o norte e que minha bússola está norteada. Se eu pegar a minha pirâmide e colocar, eu vou até conferir se a imagem aqui é boa, ou seja, se a pirâmide aparece inteirinha, se não aparecer, eu vou até mudar um pouquinho, ou vamos fazer o seguinte, fazer de conta que foi aqui que eu coloquei a bússola, a agulha parou aqui, eu endireitei o corpo até que a agulha esteja paralela com o corpo. Se eu pegar a minha pirâmide agora e encostar aqui do lado, nesse corpo reto da bússola, vocês concordam que a bússola está norteada e a pirâmide também, este lado aqui. Olha, se para lá é norte, este lado aqui não aponta para o norte também, se vocês estão vendo isso, vocês acabam de concluir que a minha pirâmide está norteada, isso é o que eu preciso para achar ponto zero. Eu vou agora desenhar isso aqui no quadro para que vocês aprendam de novo no método gráfico. Então, eu vou me dirigir para o quadro e vamos enquadrar essa imagem para que você entenda o que eu estou falando. Eu vou até simular que a minha bússola seja esse pedaço de papel. Por que eu estou fazendo isso, pessoal? Porque a bússola é muito pequenininha para vocês enxergarem aqui, estão entendendo? Então, faço de conta que essa bússola agora é isso aqui, aqui está o círculo da bússola com os risquinhos que marcam cada grau do planeta Terra, esse círculo representa o círculo do planeta Terra. Imagine que este quadro seja a mesa que eu estava até agora aqui, eu estou nessa posição, agora é óbvio que vocês precisam me imaginar trabalhando assim sempre, nesta posição, ou seja, paralelo ao chão. Então, aqui é uma ilustração para vocês entenderem pela terceira vez que eu estou mostrando esse método. Fiz teoricamente, fiz na prática uma vez, agora na prática outra. Então, pego a bússola e coloco na mesa de trabalho, de qualquer jeito, ela tem uma agulha, essa agulha vai virando, virando, virando até parar, digamos que ela tenha parado desta maneira aqui, esta ponta representa que está para o norte. O que eu ensinei vocês a fazer é ir virando o corpo da bússola até que a agulha fique paralela com a lateral da bússola, aquela parte reta da bússola, não custa eu lhe mostrar, bússola, parte reta da bússola, é disso que eu estou falando, como se fosse esta parte aqui. Voltando, coloquei a bússola de qualquer forma na mesa, por que eu estou ensinando tudo isso? Para anortear uma pirâmide, a agulha para, digamos que ela tenha parado assim, então eu viro o corpo da minha bússola com a mão, eu vou mexendo nele devagarzinho, a agulha mexe um pouquinho até parar, quando a agulha estiver paralela, eu terei encontrado o norte, o que eu faço então? Eu pego a pirâmide e encosto nessa face reta da bússola, ao fazer isso, eu sei, eu garanto que este lado está virado para o norte, vou voltar para a mesa de trabalho, aqui na mesa de trabalho, então, nós teríamos feito isso, a bússola colocada na mesa, a agulha deu assim, virado para o norte, eu endireito o corpo da bússola até que ele fique paralelo com a agulha e encosto a pirâmide, pronto, a pirâmide está norteada, é aqui que começa o processo de achar o ponto zero, eu pego o meu pêndulo, seguro mais ou menos do primeiro elo até o lugar que eu seguro, 10 cm, pode medir com uma régua, você vai segurar perto da ponta, olha, vou fazer o barulho, não é para fazer esse barulho porque não é para encostar, eu fico assim, coloco a minha mão antena desta maneira, próximo e espero ele girar, ele não gira, eu desço mais um elo, espero um pouquinho, ele não gira, eu desço mais um elo, esse procedimento você precisa fazer sequencialmente até que em algum momento o seu pêndulo gire lá em cima da pontinha da pirâmide, vamos voltar, espero mais um pouco, não vira, desço mais um pouco, não vira, mais um pouquinho, opa, começou a fazer um giro, será que eu achei o ponto zero? Tudo indica que sim, porém, veja como eu te ensinei na teoria, quando ele virar pela primeira vez, eu vou testar se há um elo que seja mais forte do que esse, pode ser que eu esteja próximo do ponto zero, vamos de novo só para vocês verem aí na imagem quanto que está virando, ele virou mais ou menos um pedaço desse tamanho, pessoal, olha, 3 cm, o que eu faço? Eu dou mais um elo, vou de novo lá, fico quietinho e espero, prestem atenção, deu para perceber, claro, que quase dobrou o tamanho do movimento, então eu digo, acho que não é o outro, acho que é esse, vamos fazer o seguinte, mais um elo somente, opa, parou completamente, conclusão, é o ponto anterior, separo, passo um fio dental, dou dois nozinhos, corto as pontas, passo um esmalte, você achou o ponto zero, até o nosso próximo momento, até a nossa próxima aula.